quarta-feira, 26 de agosto de 2009




Quem sou eu?
Uma mulher incomum.
A luz e o breu
Exótica e comum.

Sim, isso é possível
Sou oscilante...
As vezes erro,
em outras sou incrível
Eterna inconstante...

Amo infinitamente
Apaixono-me, enlouqueço
De corpo, alma e mente
Que até de mim eu esqueço.

Meus olhos são um poço infinito
De amor, encantamento, bondade
Olhe-os por um minuto
E verás toda verdade.

Eu não sou perfeita
Nem dona da verdade
Mas sou dona de mim
Dona das minhas vontades.

Só espalho minha essência no ar
Meu amor, meus desejos..
Escrevo o que minha alma grita
Goste quem gostar.

Eu sou alguém que você pode contar
Sempre.
Alguém que vai te fazer rir
E também chorar...

Porque sou transparente
Sou verdadeira
Amiga, amante
Guerreira.

Te darei a mãoColo
Abraço
Te darei meu coração...

Eu não sei amar pouco
Ser pouco
Dar pouco

Ser mulher pouco.
Sou uma mulher
que se conhece e
se permite
Alguém que ousa e arrisca
Uma mulher que ri, chora, ama, goza
Alguém sem medo de ser feliz!



Carolina Salcides



Ah, meu bem...
Sou natural
Mística
Mimada.
Fantasio e teimo
sim.
Tenho idéias, tenho manias
Que não guardo só pra mim.

Tenho
chiliques
Faço birra
Faço manha
Faço arte.
De manhã não me
assanha
Sou um ranço e isso faz parte.

Ah, meu bem
Mas sou
boazinha também...
Meio louca, muito apaixonada
Sacerdotisa
Gueixa.
Não importa...Tu não me deixa!

Me ama assim
Desse jeito só eu.
No meu coração só você
Nessa vida só nós dois.





(Carolina Salcides)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009




Mensagem aos Pais



A você, que nos deu a vida e nos ensinou a vivê-la com dignidade, não
bastaria um obrigado.
A você, que iluminou os caminhos obscuros com afeto e dedicação para que
os trilhássemos sem medo e cheios de esperanças, não bastaria um muito
obrigado. A você, que se doou por inteiro e renunciou aos seus sonhos,
para que, muitas vezes, pudéssemos realizar os nossos. Pela longa espera e
compreensão durante nossas fases, não bastaria um muitíssimo obrigado.
A você, pai por natureza, por opção e amor, não bastaria dizer, que não temos
palavras para agradecer tudo isso. Mas é o que nos acontece agora, quando
procuramos arduamente uma forma verbal de exprimir uma emoção ímpar. Uma emoção
que jamais seria traduzida por palavras.
Amamos você!

Dos seus filhos ...

Diego, Deborah e Dinarah...

E agora de seus netos que são filhos de coração.

(Isabelly, Vikthor e Karollyne)